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Curitiba é, mais uma vez, palco de massacre

Patrícia Miguez – A terça-feira começou em Curitiba com um dèja vu do fatídico 29 de abril de 2015: após servidores tentarem tomar a câmara de vereadores em protesto à votação do pacotaço do prefeito Rafael Greca (PMN), a Polícia Militar cercou o prédio e tudo terminou em extrema violência. Havia cavalaria da PM por boa parte do centro da capital e o isolamento fez com que até ônibus fossem desviados: o clima era de caos.




Os vereadores saíram de camburão na tentativa de continuar a votação em outro local, exatamente como em 2015. A transmissão ao vivo também foi interrompida.

Os sindicatos elencam 5 motivos para ser contra as medidas de Greca:

1. O saque que o prefeito pretende fazer na previdência é ilegal e coloca em risco a aposentadoria dos servidores municipais;

2. Parecer da Assessoria Jurídica da Câmara Municipal, do Tribunal de Contas e do Ministério da Fazenda condenaram o saque por ser inconstitucional;

3. O prefeito quer aprovar os projetos na base do tratoraço, sem debate com a população. Até o Ministério Público recomendou que o regime de urgência fosse retirado;

4. O pacotaço congela salários e planos de carreira dos servidores, enquanto contratos com suspeita de superfaturamento permanecem protegidos; e

5. Mexe no bolso da população mais pobre, mas mantém altos salários para mais 440 cargos comissionados.

As informações são do Blog do Esmael. 

 


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