TSE prorrogou para 2017 ação contra a chapa Dilma-Temer; só as ruas poderão conseguir eleições diretas





O calendário previsto internamente pelo TSE para o processo que pede a cassação da chapa Dilma-Temer na campanha de 2014 praticamente elimina a possibilidade de eleições diretas no caso de condenação. A corte receberá documentos inéditos e pretende realizar novos depoimentos, o que prorrogará para 2017 a conclusão da ação proposta pelo PSDB. Nesse caso, a disputa seria indireta – via Congresso – na hipótese de Dilma Rousseff e Michel Temer serem condenados pelo tribunal.

(Natuza Nery – Painel)


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