Primeira coisa que o cineasta Oliver Stone fez ao chegar ao Brasil foi perguntar por Dilma Rousseff

“Onde está Dilma? Lula vive nesta cidade?” Sentado à mesa de um hotel paulistano, o cineasta americano Oliver Stone parece bem aturdido.

“Conheci Dilma naquele ano em Brasília? Não me lembro. Estive lá, é?”, indaga a um dos membros do entourage que o acompanha nesta sua nova visita ao país. Ele veio ao Brasil desta vez para promover “Snowden”, filme que estreia nesta quinta (10), e dar uma palestra num fórum de gestão empresarial.




Stone está resfriado – lhe arranjaram um descongestionante nasal às pressas. Bagunça a franja desalinhada. Quando alguma pergunta o deixa particularmente incomodado, ele amassa o papel que tem em mãos, com a ordem de entrevistas da tarde.

O cineasta que se queixa de que a imprensa só publica suas declarações políticas não quer se calar sobre o tema: disparou contra Obama e contra o impeachment de Dilma nas duas ocasiões em que falou com a Folha – durante a visita ao Brasil e, três semanas antes, por telefone.

Sobre Obama: “Ele fez promessas de que faria um governo transparente e depois voltou atrás”. Sobre Dilma: “É triste que ela tenha sido um alvo. Se alguém foi eleito, não deveria ser afastado por causa de conversa fiada”.

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