Policiais posam para foto em comemoração à última chacina na Cidade de Deus

No auto-retrato coletivo aparece entre eles um jovem algemado e de cabeça baixa, que foi reconhecido pela família como sendo uma das vítimas de execução. Os agentes da repressão se vangloriam do saldo do massacre: 18 mortos e 14 feridos a bala, dois em estado grave.

Números superiores aos informados pela mídia comercial, que se baseia apenas nos dados oficiais (e mentirosos) fornecidos pela própria Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ).





Segundo relatos, corpos foram encontrados com ferimentos de facas, decorrente de tortura. Há indícios também de que alguns dos jovens tenham sido encapuzados antes de serem mortos.

Mais uma vez, procura-se justificar as mortes e execuções dizendo que os jovens eram todos traficantes. Os moradores desmentem. Mas isso pouco importa. O Estado não tem o direito de executar ninguém.

Via Mídia1508


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