Patrícia Miguez: o desmonte do Banco do Brasil e o que vem por aí

Enquanto gastam milhões com jantares, vinhos e relógios, Temer e seus comparsas cortam benefícios e empregos da população. A mais nova vítima é o Banco do Brasil.

Não consigo deixar de pensar que este ato seja bravata contra as greves que ocorreram poucos meses atrás, mas isso é apenas um palpite desta que vos fala.

O grande problema é que não se prejudicam apenas milhares de funcionários que ficam sem emprego ou segurança financeira, mas também a população que precisa dos serviços bancários – e com menos agências, haverão mais filas e menos qualidade no atendimento.

Mas esta é a cara do golpe. E podem ter certeza que vem muito mais do que isso por aí. Com o escândalo Geddel, Temer não deve durar muito além de janeiro ou fevereiro; sua queda vem a galope e com ela a nova fase do golpe: um tucano no poder. Podem apostar em FHC, Serra, Alckmin ou Aécio. E com eles virão ainda mais retrocessos na área trabalhista, previdenciária e estatal, de forma geral.

A esperança? 2018. Isso se e somente se não tivermos uma eleição nos padrões dos EUA: direita contra direita super conservadora.


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