Para salvar Aécio Neves, IstoÉ difama Alexandre Kalil na véspera da eleição em capa da edição de BH

Segue um trecho da capa vergonhosa da edição mineira da revista (sic) IstoÉ, aquele hebdomadário cheio de processos por injúria, calúnia e difamação:

“As mais recentes pesquisas revelam que a disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte (MG) chega na reta final absolutamente indefinida. Depois de promover uma campanha marcada pela agressividade e pela absoluta falta de compromisso com a verdade, o candidato do PHS, Alexandre Kalil, ex-presidente do Clube Atlético Mineiro, passou a última semana contabilizando uma enorme perda de votos. De acordo com o Ibope divulgado na quinta-feira 27, ele perdeu dois pontos percentuais das intenções de voto em apenas sete dias. Kalil e o tucano João Leite estão em empate técnico. O primeiro, segundo o Ibope, soma 39% e Leite cresceu para 36%. “É natural que logo depois do primeiro turno houvesse um crescimento da candidatura de Kalil devido ao seu maior tempo de exposição no horário eleitoral nesse segundo turno. Mas, nos últimos dias, o eleitor passou a verificar que o candidato é uma fraude montada por marqueteiros”, analisa o cientista político André Ventura. De fato, na última semana, ficou claro que os fatos desmentem as falas do candidato do PHS. Ele não consegue sequer explicar de onde vêm os recursos destinados à sua campanha e até esconde o fato de receber “clandestinamente” o apoio do PT.”

Parece um texto feito pela campanha de João Leite (PSDB). Percebem?




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O “projeto de revista” demonstra claramente, indubitavelmente, que trabalha em favor do PSDB.

Uma derrota do tucano João Leite numa das principais capitais do país prejudicaria os planos de Aécio Neves para 2018 – que terá pela frente Geraldo Alckmin.

Alexandre Kalil – que encerrou a campanha à frente do candidato tucano nas pesquisas – poderá perder a eleição devido à infâmia de “lixo”.

Esperamos que o belo-horizontino saiba filtrar as notícias “ejaculadas” por semanários e hebdomadários que estão a serviço de tucanos, como demonstrou em 2014.


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