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Movimentos sociais paralisam a av. Paulista contra Temer e contra a reforma da Previdência

Movimentos sociais e centrais sindicais protestaram na tarde desta segunda-feira (19) na Avenida Paulista, região central de São Paulo, contra a reforma da Previdência. O ato é parte de uma mobilização nacional em vários estados.




A votação da reforma da Previdência na Câmara estava prevista para esta semana, mas com a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, o Congressso não pode votar nenhuma alteração na Constituição.

Os manifestantes começaram a se reunir no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) por volta das 15h. Às 17h, trecho da avenida estava totalmente bloqueado no sentido Consolação, no quarteirão do museu.

Os manifestantes usaram bandeiras e faixas contra a reforma previdenciária, Michel Temer e a intervenção federal no Rio de Janeiro.

Professores que participaram de um ato na Prefeitura de São Paulo contra a reforma previdenciária municipal seguiam, no fim da tarde, em direção à Avenida Paulista para se juntar ao protesto.

Na manhã desta segunda, houve protestos em Santo André e São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, e em Guarulhos, na Grande São Paulo. Manifestantes bloquearam rodovias e fecharam terminais de ônibus. Foram feitas barricadas na rodovia Presidente Dutra.

Agências bancárias também fecharam em São Paulo entre 10h e 12h como parte da agenda de mobilização contra a reforma da Previdência.

G1


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