MBL, trabalho escravo e a Riachuelo

Priscylla Silva – A turma que tem como líder (sic) Kim Kataguiri e o vereador eleito pelo DEM, Fernando Holiday ultrapassa o limite do bom senso e acredita que memória do povo é curta. Uma pena, pois a memória do Google tada1e7ff8-79d1-427d-b487-e7b997da1d05mbém não é.

No dia 19 de dezembro de 2016, a página no Facebook do grupo publicou uma imagem com o empresário Flávio Rocha em defesa do Livre Mercado para combater a ‘roubalheira’. “Corrupção só persevera se o livre mercado não atuar”.

Houve choque ao publicar a imagem e a frase do empresário, não por estar defendendo o livre mercado – que nem existe -, mas por usar o dono de uma empresa flagrada submetendo funcionários a TRABALHO ANÁLOGO AO ESCRAVO.




No início do ano, o grupo Riachuelo foi condenado por praticar trabalho escravo, como revelou reportagem do site Repórter Brasil. Na ocasião, uma costureira que trabalhava para o grupo relatou uma série de abusos físicos e psicológicos. As funcionárias não bebiam água e quase não faziam necessidades fisiológicas por conta das limitações de trabalho impostas.
Além desse fato do trabalho escravo que, por si só já é condenável, Flávio esteve envolvido em esquemas de fraude com bônus eleitoral do PL (partido liberal) em 94. O esquema dos bônus permitia vários tipos de irregularidades contra a Receita Federal, como sonegação de impostos e “lavagem de dinheiro”, como apurou o jornalista Xico Sá para a Folha de São Paulo.

Resta saber se os membros do MBL realmente defendem tais ações, se têm memória curta ou se acreditam que enganam alguém.

Em qual das opções vocês creem?


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