Líder oculto do Golpe de 2016, Geraldo Alckmin manobra no PSDB para ser o próximo presidente

Não é mais segredo pra ninguém que “os capitães” Golpe de 2016 são os tucanos. Michel Temer é apenas um beneficiário momentâneo.

Assim sendo, com a presidenta eleita por mais de 54 milhões já afastada, a tríade perversa – Alckmin, Aécio e Serra – briga pela candidatura do PSDB na próxima eleição.




O mais esperto de todos, que trabalha na surdina, com a proteção dos meios e com “cara de anjo”, Geraldo Alckmin manobra para levar um aliado à presidência do partido – segundo informações da Folha de São Paulo.

Alguém duvida que o governador de SP conseguirá emplacar um aliado no comando do partido?

Credenciais para o sucesso não faltam. Alckmin foi reeleito governador no primeiro turno, em 2014, mesmo com uma ingerência que deixou milhões de pessoas sem água – inclusive foi premiado por gestão hídrica; elegeu um apresentador de TV à prefeitura da capital no primeiro turno; tem a mídia paulista e nacional a seu dispor – em especial a Veja e a Jovem Pan; tem cara de bom moço.

Serra e Aécio não têm chances. O senador paulista já está atrelado a Michel Temer – que será boicotado pelo próprio PSDB a partir do ano que vem, o senador mineiro está envolvido nas mais diversas acusações. Não que o governador de São Paulo tenha mãos limpas, mas a mídia e o judiciário já escolheram seu próximo presidente.

Alckmin será, sim, o candidato do PSDB em 2018. E não será surpresa alguma caso o tucano se torne presidenta ainda em 2017.

Sim, o Golpe de 2016 funciona – de maneira bem discreta – no bairro de Moema, em São Paulo.