Líder do MBL e candidato a vereador em Curitiba: ‘Isso não é democracia, não ligo para discordâncias’

O líder do Movimento Brasil Livre (MBL) em Curitiba e candidato a vereador pelo PSC, Eder Borges, revoltou alguns colegas em conversa no aplicativo WhatsApp.

Um membro reclamou de uma suposta desautorização por parte de Eder. “Você me desautorizou. Chega, Você se acha dono do MBL. Não teve coragem de me atender no telefone”, reclamou. Autoritariamente, Eder responde: “Sou o dono do MBL. Você nunca mandou nada aqui. E não atendi porque estava em reunião. Vá transar”.




O líder do MBL ainda disse que isso não é uma democracia e que não liga para discordâncias, e – inacreditavelmente – o colega, chateado pelo comportamento fascista de Eder, concordou: “Ninguém falou em democracia”.

Outro membro resolveu copiar as conversas e vazar o conteúdo ao público: “Líder do MBL, candidato a vereador, trata seus membros como lixo”, lamentou.

Um colega identificado na conversa como “Ze” saiu do grupo devido à posição fascista e autoritária de Eder, que retrucou: “Você não manda nada aqui, Ze. Tome o rumo que quiser”.

Eventos como esse não configuram ineditismo à carreira política de Eder Borges. O líder do MBL já organizou alguns ataques contra pessoas em Curitiba, destacam-se as agressões à senadora Gleisi Hoffmann em abril e à atriz Letícia Sabatella em julho.

Esse comportamento chega a ser natural quando parte de alguém que faz parte de um movimento (sic) que tem como objetivo cassar uma presidenta eleita por 54 milhões de pessoas, apenas por não gostar da gestão ou por não ter superado a dor da derrota no pleito de 2014. É o modus operandi de quem não sabe viver numa democracia.

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