João Doria (PSDB) vai privatizar até cemitérios; taxa anual de manutenção será cobrada

A Prefeitura de São Paulo pretende começar a cobrar uma taxa anual de manutenção de quem possui jazigos familiares nos 22 cemitérios públicos da capital paulista.




A cobrança não valerá para quem tem parentes enterrados nas chamadas quadras gerais (por três anos até a exumação obrigatória), mas sim para quem dispõe de sepulturas familiares.

A taxa, similar à que existe nos cemitérios particulares, está prevista no plano de desestatização do prefeito João Doria (PSDB), que listou 55 bens e ativos municipais, entre os quais o estádio do Pacaembu e o Anhembi.

De valor ainda indefinido, mas que poderá girar em torno de R$ 200 por ano, a taxa servirá para remunerar as empresas que vão passar a administrar os cemitérios, em regime de concessão.




A cobrança, assim como o próprio programa de concessão, depende ainda de aprovação da Câmara Municipal.

Atualmente, a legislação em vigor, assinada em 1981 pelo então prefeito Reynaldo de Barros, proíbe essa tarifa. A gestão Doria argumenta que sem a cobrança não há como transformar os 22 cemitérios municipais em ativos atraentes para a iniciativa privada.

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