Governo Temer-PSDB tem 20 possibilidades para aumentar impostos na semana que vem

O governo avalia um menu de mais de 20 possibilidades de elevações de tributos ou reversão de desonerações como alternativa para viabilizar o cumprimento da meta fiscal deste ano e sobrecarregar menos o lado da despesa. As opções têm circulado dentro da área econômica e seus impactos econômicos, não só fiscais, também estão sendo considerados pela área técnica.

Dentre as hipóteses na mesa estão a reversão da desoneração da folha de pagamentos e a elevação da Cide Combustíveis e do IOF, tributo que incide sobre uma série de operações, desde crédito até câmbio, e outros, como PIS/Cofins. A elevação do PIS/Cofins especificamente sobre combustíveis também é uma das possibilidades no cardápio e, por uma excepcionalidade dele, uma eventual subida pode se dar por decreto.




Segundo fonte da área econômica, há várias decisões a serem tomadas até quarta-feira, desde a efetivação do aumento de impostos, ou não, já no momento do contingenciamento, até a incorporação de alguns itens de concessões e privatizações e outras receitas extraordinárias no relatório. Tudo isso será decisivo para o tamanho do corte.

A fonte explicou que em um cenário de estresse, com pouca performance na área de concessões e privatizações e sem elevações de tributos, e no qual também ainda não estava sendo contabilizada a repatriação, a deficiência estaria na casa dos R$ 65 bilhões. Mas com a aprovação da repatriação, mesmo diante das incertezas sobre o quanto pode arrecadar, esta deficiência já estaria menor.

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