Fernando Francischini, outro idiota, golpista e imbecil que comemorou as chacinas ocorridas no país

O deputado federal Fernando Francischini (SD-PR), ex-secretário de segurança pública do Paraná, afirmou que as “famílias de bem” estão “aplaudindo de pé” os massacres nos presídios do País. Francischini é delegado da polícia federal licenciado e integra a chamada “bancada da bala” no Congresso. 

“Enquanto for BANDIDO matando BANDIDO, as FAMÍLIAS de BEM que tiveram seus PAIS MORTOS em ASSALTOS, seus FILHOS escravizados pelas DROGAS e suas MÃES destruídas por ESTUPROS estão APLAUDINDO DE PÉ!”, publicou o parlamentar, por volta das 9h da sexta-feira 96), replicando mensagem que afirmava haver planos do PCC de executar presos de facções rivais como resposta às mortes ocorridas no início da semana passada em Manaus (AM), onde 56 detentos foram mortos – trata-se da segunda maior chacina do sistema carcerário brasileiro. A primeira aconteceu em 1992, na Casa de Detenção de São Paulo, onde 111 presos foram mortos após uma rebelião e o consequente conflito com a Polícia Militar. Neste domingo (8), mais quatro detentos foram mortos em Manaus.




Após replicar uma reportagem sobre o massacre ocorrido nesta madrugada em um presídio de Roraima, onde 33 presos foram mortos, o parlamentar repetiu a expressão “mais bandido matando bandido” e disse que a Constituição deve ser alterada para os que “sobrarem vivos” sejam colocados “em prisão perpétua em alguma ilha com isolamento total”.

O parlamentar também criticou o governo do Amazonas, que indenizará as famílias do detentos mortos. “Estou com ânsia de vômito. FAMÍLIA BANDIDOS mortos por BANDIDOS, que eram membros de ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS, receberão INDENIZAÇÕES do GOVERNO. FAMÍLIAS que perderam o PAI executado em ASSALTO e as que perderam a MÃE degolada e estuprada NUNCA RECEBERÃO nem um BOM DIA do GOVERNO”, disse.

Francischini foi secretário de segurança do governo Beto Richa em dezembro de 2014, mas ficou somente cinco meses no cargo. Ele retornou ao Congresso Nacional após um confronto entre a Polícia Militar e professores em frente a Assembleia Legislativa do estado ter deixado mais de 200 feridos – o episódio ficou conhecido com “Massacre do Centro Cívico. Os professores protestavam contra mudanças nas regras do sistema previdenciário do estado.

Via Brasil 247