Eles ‘amam’ a desiguladade: Temer e PSDB ‘expulsam’ mais de 4 milhões de famílias da classe média

As classes D e E ganharam 4,3 milhões de famílias nos últimos dois anos e voltaram a representar 56,5% do total de domicílios do país, nível próximo do registrado em 2011, 57,4%. A proporção chegou a 51,4% em 2014, a menor observada durante o processo de mobilidade social que começou em 2003, quando 70,2% estavam na chamada base da pirâmide.




Levantamento feito pela Tendências Consultoria com base na Pnad e em dados da Receita Federal – divulgados até 2015 e projeções para 2016 – mostra ainda que, nesses dois anos, a classe C perdeu 670 mil integrantes, a B, 1,2 milhão – o saldo mais negativo em termos absolutos – e a A, 475 mil, retração de 17,7% sobre 2014, a maior em termos percentuais.

O avanço no grupo de menor rendimento, afirma Renato Meirelles, do Instituto Locomotiva, acompanha a alta do desemprego no país e revela a face mais negativa da atual recessão. “Foi quem perdeu o emprego e hoje faz muito bico, trabalho provisório”.

Leia mais no Valor Econômico.