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Deputada tucana tem inquérito aberto no STF por compra de votos e organização criminosa

O Supremo Tribunal Federal abriu processo contra a deputada federal Bruna Furlan (PSDB-SP) para apurar um suposto envolvimento num esquema de compra de votos na cidade de Cajamar, região metropolitana de São Paulo.




O inquérito foi aberto pelo ministro Ricardo Lewandowski a pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge. As informações são do G1.

O material apreendido pela polícia – pertencente a uma outra investigação – contém uma tabela com o nome de Bruna e de dezenas de pessoas. Nesse outro processo apura se houve compra de votos por parte do vereador Geraldo Aparecido Lacerda Ferreira (PSDB-SP) e de seu suplente Ronaldo Alves Pinto. A denúncia diz que ambos pagaram R$50,00 por cada voto nas eleições de 2016.

A deputada também será investigada por suposta participação em organização criminosa.

Bruna Furlan votou em favor do Golpe de 2016, na fatídica sessão da Câmara do dia 17/06 do mesmo ano.


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