Com decisão do STF, Lula pode ter dado adeus a 2018

A maioria dos ministros do STF decidiu ontem (04) que réus não podem participar da linha sucessória da presidência da República. O relatório do ministro Marco Aurélio Melo – que foi à favor da proibição – foi ratificado por 5 outros ministros: Rosa Weber, Teori Zavascki, Luiz Fux, Celso Mello e Edson Fachin.

O julgamento foi adiado, devido a um pedido de vista pelo ministro Dias Toffoli. Assim que retomado o julgamento, o STF definirá que réus não poderão ocupar cargos na linha sucessória, assim como o próprio presidente.

“Se o presidente eleito tornando-se réu em ação penal não pode mais exercer o cargo seria incoerente permitir que substituto eventual incluso no mesmo óbice o exerça”, afirmou a ministra Rosa Weber.




Com a decisão, o ex-presidente Luis Inacio Lula da Silva – que é réu na Lava Jato, mesmo sem provas – não poderia assumir a presidência da república, caso seja eleito em 2018.

É perfeitamente razoável que o processo contra Lula postergado até o próximo pleito, ou, até mesmo, nos últimos dias de 2018.

Resta saber como a população reagirá a mais nova ‘facada’ do judiciário brasileiro, num país que já não goza mais de um Estado Democrático de Direito.

É especulado que Toffoli deve liberar seu voto em uma data próxima ao término do mandato de Renan Calheiros na presidência do Congresso Nacional. Na sequência, o golpe – que conta com tucanos, juízes e mídia – será finalizado e o eleitor não terá escolha, será obrigado a escolher entre políticos neoliberais – exceto Ciro Gomes (PDT-CE).

O ex-ministro da Fazenda já foi denunciado por um equívoco numa compra de passagem aérea, que já foi devidamente explicada pela companhia utilizada, no caso a TAM. O pedetista pode ser tornar réu por nada, o que não seria surpresa, pois o Brasil já vive num Estado de Exceção.


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