Altas viagens: Folha sente falta de um prefeito em São Paulo

Por causa do entupimento de uma galeria, em Pinheiros, a cuidadora de idosos Ilda Vilanova, 50, atravessava aos pulos uma esquina alagada às 16h30 da última segunda-feira (14). A aproximadamente 1.700 km dali, no mesmo horário, o prefeito de São Paulo visitava uma emissora de TV em Palmas (TO), em parte de agenda político-partidária.




Naquele mesmo dia, ainda no Tocantins, João Doria era recebido por uma claque uniformizada que carregava faixas com as inscrições “Queremos Doria presidente”, enquanto moradores de um prédio na Bela Vista, no centro paulistano, relatavam à Folha o descaso da gestão do PSDB com os riscos de desabamento após a queda de um muro.

Desde que assumiu o cargo, há quase oito meses, Doria não conseguiu mudar o cenário geral de semáforos quebrados, praças e parques com falhas de zeladoria e ruas e avenidas esburacadas.

Nesta semana,ele reservou dois dias para agendas em outros Estados, o que ajuda a projetar seu nome no cenário nacional com vistas à eleição do ano que vem.

Doria trava disputa silenciosa com o governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB), seu padrinho político.

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